sábado, 14 de fevereiro de 2009

UM HOMEM EM BUSCA DE ALGO


UM HOMEM EM BUSCA DE ALGO
Severino, homem simples do campo, cansado da labuta sem fim e da seca devastadora do sertão, da fome e da vida miserável, resolveu dar um basta naquela situação e sair em busca de emoções fortes, ao encontro de algo em que acreditada, embora não soubesse ainda como e onde encontrar.
Ao chegar à cidade grande, percebeu que era mais complicado do que havia imaginado. Uma família a mais, entre milhares que sofriam com o terrível drama da falta de teto para morar, o desemprego e a difícil adaptação. Como oferecer aos filhos que tanto amava, condições básicas para viver? Reconhecia as dificuldades que teria dali pra frente. Estava diante de um grande problema, mas não impossível, olhou para um lado e para o outro, coçou a cabeça, não não poderia deixar o desânimo dominar-lhe, respirou forte e disse pra si, num gesto de coragem:
“Um homem. Besteira pensar que ia ficar murcho o resto da vida. Estava acabado? Não estava.”
E assim, Severino prosseguiu passo a passos com o firme propósito de um dia vencer.
“Deus não condenou o homem ao trabalho. Condenou-o à vida e deu-lhe como circunstância atenuante, o trabalho.”
(Ernest Legouvé)
Severino, homem humilde e de fé em Deus, sabia que nada iria cair do Céu e que, só por cima de pau e pedra, conseguiria conquistar um pedacinho daquele mundo tão vasto e tão disputado. Sonhar só não bastaria. Lutar era preciso e a cada derrota seria um incentivo para um dia ser vitorioso com as experiências adquiridas.
Ele era muito falante e aos poucos ganhava a simpatia de todos. Passou a prestar serviço na construção civil, como ajudante e para a sua enorme alegria, descobriu que tinha jeito pra coisa. Aprendeu o ofício de pedreiro, tinha habilidade e logo foi promovido. Era um bom começo. Poderia até contentar-se, afinal, tinha uma profissão e à sua mesa não lhe faltava o pão de cada dia e tudo estava bem com seus familiares, aquele pouco para eles, significava muito, porém, pretendiam ir mais adiante aproveitando as chances que a vida colocou às suas mãos como uma benção vinda do céu.
A vontade de vencer não era só dele. Enquanto se virava de um lado, Júlia, sua esposa se virava do outro, trabalhando em casa de família.
Nos finais de semana fazia bico pela redondeza. De boca em boca foi se espalhando sua fama e a procura para seus serviços aumentavam cada vez mais.
Anos se passaram e finalmente conseguiram comprar o primeiro terreno e construíram a tão sonhada casa. Não pararam por aí. Tornou-se um excelente profissional, era caprichoso e dedicado e, como não se encontra gente assim em qualquer esquina, era muito solicitado. Resolveu trabalhar por conta própria e, em pouco tempo, passou a dirigir obras, como mestre, mas nunca deixou de colocar suas mãos hábeis na massa, com humildade.
Outros terrenos foram comprados e casas foram construídas e alugadas. Dois carros na garagem e um bom dinheirinho na poupança. Um belo e respeitado patrimônio.
O ser humano tem mania de querer mais e mais e não contentar-se nunca, de achar que tudo é possível quando se tem uma certa situação financeira.
Ser feliz não significa acumular riquezas e sim poder usufrui-las com alegria e prazer. Viver e não apenas existir.
Sentia-se outro, tornando-se desprezível perante algumas pessoas, devido ao seu comportamento. Uma nova vida, novos amigos.
Envolvimentos com mulheres, muitas festas e bebidas.
Neste meio tempo, conheceu a bela Rita e ao coração basta um momento de beleza e emoção para que ele viva. O amor agora fez um apaixonado e deixou-o incendiado, preocupado. Surgiram problemas, confusões e decepções e assim se abrem feridas nas fibras dolorosas do seu coração. Aventuras, não mais, acordou a tempo e viu que a felicidade estava ali ao seu lado o tempo todo, contudo a procurava tão longe.
Severino, orgulhoso dizia:
Através do meu suor, venci na vida. Tenho uma bela casa para morar e todo conforto que os bacanas têm. Meus filhos crescidos, e já na faculdade um dia serão doutores e ao lado da minha companheira de luta sinto-me feliz. Digo-lhes com sinceridade, nunca é perdido o tempo dedicado ao trabalho e, enquanto tiver forças, trabalharei com dignidade e prazer.
O final da história ficará por conta da imaginação de cada um de vocês.
O que temos materialmente, pouco importa diante o que realmente somos interiormente.
Todos nós buscamos algo, porém, muitos passam a vida inteira tentando e não conseguem encontrar. Outros encontram o rumo certo e sentem-se felizes.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Parabéns Beatriz pelo seu aniversário!







Aniversário de minha filha


Há sempre uma expectativa muito grande em torno do nascimento de um filho. Aproximava-se o dia e eu torcia para que não fosse na sexta-feira 13. Na TV falava-se o tempo todo e mostravam depoimentos de pessoas falando sobre esse dia. Minha avó, segundo o meu pai, adotava o misticismo e carregava consigo muitas superstições, mas nós aprendemos com o nosso pai manter-se afastado de tudo isso, mas nunca fazermos pouco caso de nenhuma crença e respeitá-las todas, mas se tratando de um filho, sempre queremos o melhor e uma sexta-feira 13 era polêmica demais, não queria me ariscar. Não pude evitar, assim superei esse preconceito ou superstição, como queiram chamar, e descobrir que estando com Deus não importa o dia, o lugar, a situação, tudo acaba bem. Ao iniciar a semana passei a senti que se aproximava o grande dia, na véspera fui levada à maternidade, mas lá passei a noite e na madrugada do dia 13 de fevereiro de 1987, entrei em trabalho de parto e a Beatriz nasceu.
Vejam como tudo aconteceu: Era madrugada do dia 13 de fevereiro, as contrações a cada instante aumentavam, mas tudo dentro da normalidade, de repente, chega ao Hospital, uma mulher em trabalho de parto, com diabete e pressão alta, todas as atenções se voltaram para ela, afinal ela e a criança corriam risco de vida. Fiquei abandonada em uma enfermaria aguardando a minha hora, as dores estavam aumentando cada vez mais. Sumiram todos, um enorme silêncio, de repente, ouviu um barulho como se estivesse rasgando um tecido e ao mesmo tempo achei que tivesse feito alguma necessidade ali na cama, resolvi conferi, ao olhar vi que a minha filha estava nascendo, já aparecia a cabeçinha, soltei um enorme grito que estrondou o hospital, logo apareceram vários médicos e enfermeiras, foi uma correria danada. Diante da situação, eles também ficaram afobados, me jogaram numa maca e correram em direção à sala de parto. Ouvia vozes dizendo: você não pode ganhar aqui, espere um pouco. Como se pudesse. Ao chegar à hora exata, não há como esperar. Na troca de uma maca para outra, segurei com tanta força no braço de um médico que ficou marcado. Conseguiram me levar até a sala de parto e assim que chegamos lá, a criança nasceu. Parecia tudo bem, mas pela fisionomia dos médicos e enfermeiros, algo de ruim estava acontecendo. Puseram-me no soro e pediam que eu fizesse força, mas só sentia vontade de dormir. Ouvi a médica chefe falar bem baixinho, a paciente está correndo um sério risco de vida, o corpo dela não está reagindo e no momento não podemos fazer muita coisa. Após muitas horas, graças a Deus, tudo foi solucionado e eu pude senti o empenho da equipe médica e a dedicação dos enfermeiros do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo.
Parece-me que foi ontem, minha linda menina, no entanto já se passaram 22 anos e guardo com carinho, cada instante daquele dia que tu vieste ao mundo trazendo-nos muita alegria.
Hoje é seu aniversário! Parabéns querida! Muita sorte, paz, saúde e muito amor.
Nós te amamos muito!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Novas descobertas - Vivendo o presente

Vivendo o presente

Deus existe na eternidade. O único ponto em que eternidade e tempo se encontram é no presente porque passado e futuro não existem. Nossa capacidade de sermos brilhantes é igual à de esquecer passado e futuro. Por isso nos maravilhamos com o brilho próprio que tem cada criança, por pequenina que seja. Do passado não guardam lembrança alguma, enquanto o futuro, nem sabem o que és. Sejamos como os pequeninos, e o mundo finalmente será livre para crescer.
O mundo precisa de menos pose e mais carisma genuíno. A palavra carisma originalmente era empregada em contextos religiosos, significando “o espírito”, ou “inspirada”. Implica deixar a luz de Deus brilhar através de nós. Refere-se a uma centelha nas pessoas que o dinheiro não pode comprar. É uma energia invisível com efeitos visíveis. Deixar o barco correr, amando apenas, não é desbotar até se confundir com o tom esmaecido da parede. Muito pelo contrário, é começar a brilhar de verdade. Brilhar a nossa luz própria. Quando nos deparamos com uma situação sem lhe conhecer as regras, não fingimos saber que conclusões tirar, nem o que haverá para temer. Liberamos então a mente para criar a partir de seu próprio poder superior. De repente tudo muda, simplesmente para abrirmos a mente para o amor. Liberamos nosso próprio caminho.
Tudo isso é real. O que é bom para nós, devemos compartilhar com os outros, como forma de incentivo ou mesmo um testemunho de vida, de que nada aos olhos de Deus é impossível. Que a felicidade não é um bicho de sete cabeças e muito menos bens materiais, é sentir-se forte o suficiente para vencer os obstáculos da vida, com humildade, simplicidade, semeando a sementinha do verdadeiro amor por todos os cantos, aos povos, com o coração aberto, aguardando a colheita de bons frutos.
Eu mudei. Você também pode mudar e verá que a vida passará a ter outro sabor.
Hoje percebo que o que aconteceu com minha geração foi que nós jamais crescemos. Não quero dizer com isso que somos um bando de pessoas perdidas ou apáticas, narcisistas ou materialistas. O problema é que vivemos apavorados. É medo, e ponto final. Um medo que flui com toda a liberdade. Temem não ser este o relacionamento certo, ou então que seja. Temem não agradar as pessoas e temem agradar. Temem o fracasso, mas também temem o sucesso. Temem morrer jovens e ficar velhos. Aliás, têm mais medo da vida que da morte.
Na verdade sentimo-nos desgostosos de nós mesmos porque achamos que a essa altura já deveríamos ser melhores. Às vezes erramos pensando que os outros não têm tanto medo quanto nós, o que só faz aumentar nossos temores.
Até que chega o momento em que começamos a perceber sermos nós o problema, porem continuamos sem saber o que fazer. Escondemo-nos. Atacamos. A forma que essa disfunção assume é irrelevante. São várias e variadas as maneiras que encontramos para expressar o quanto odiamos.
Durante aqueles anos senti como se milhares de pedacinhos do meu cérebro fossem atirados para o espaço com o tempo e muito lentamente, começaram a se reunir outra vez. Mas enquanto o lado emocional da minha mente esteve exposto, aqueles fios que sofreram curto-circuito foram trocados, em uma espécie de cirurgia psíquica. Tornei-me uma pessoa diferente.
Hoje é mais um dia especial. Agradeço a Meu Deus, todo poderoso, rei, mestre, tudo, amor maior, primeiro lugar. Em segundo lugar, às minhas amigas Ilza e Dina. Elas sabem o tanto quanto elas representaram e contribuíram à Valdete, minha irmã de coração, meus filhos, os professores da USP: Raquel, Carlos Vechi, Álvaro, Massaud Moisés, Pra, Guiomar, Maria Célia, Marcos Moraes, a minha queridíssima amiga Nilsa, Padre Marcelo Pereira, Dra. Ruth, Dra. Paola e muitas e muitas pessoas que surgiram em meu caminho. Sou privilegiada e a cada dia recebo dádivas Divinas e novas pessoas como: Fernanda, Idalina, Patrícia, Jônatas, Cleide, Luís, Ângela, Sueli, Zilda, Vera, Romilda, Jacó, Lina, Márcia Bicudo, Creusa, Rosely, Márcia de Jesus, Alzira, Eliane, Dennis, Sérgio, Sandra, Cida, Ben – Hur, Érica, Robson, Iva, Marcelo1, Marcelo2, Maribel, Carmen, Ana Edite, Edite,Guilherme, Marcia e tantos outros que levaria horas e horas escrevendo os nomes.
Obrigada a todos. Tudo é real. Quem me conhece sabe que não há demagogia em cada palavrinha que escrevo, é a mais pura verdade e a mais bonita que alguém possa relatar.
Espero que esta mensagem toque profundamente nos corações de todos que a lerem, que sirva de estímulos para aqueles que por algum motivo perderam a esperança e esqueceram que o amor é a solução para todos os males.
Este é o meu recadinho carinhoso, escrito com o sangue que corre em minhas veias e um coração que bate forte no peito clamando paz e amor no universo.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A vida é um aprendizado constante

Quando criança, aprendemos a ser “bons” meninos e meninas. Isso implica, é claro, que não nos consideravam bons por natureza. Ensinaram-nos que só seríamos bons se arrumássemos o quarto ou se tirássemos boas notas na escola. Raros aqueles que aprendem que são essencialmente bons. Ninguém se preocupou muito em nos transmitir um sentimento de aprovação incondicional, de que nos dão valor pelo que somos, não pelo que fazemos. E isso porque não fomos criados por monstros, mas por pessoas educadas exatamente da mesma maneira. Na verdade, muitas vezes as pessoas que mais nos amavam agiam dessa forma porque tomaram para si a responsabilidade de nos treinarem para a luta.
Por que? Por que o mundo do jeito que está é muito cruel, e queriam que nos saíssemos bem. O mais estranho é que tudo isso serviu menos para nos ensinar disciplina e muito mais para deslocar nossa noção de centro de poder do nosso interior para fontes externas. Perdemos o sentido de nosso próprio poder. E aprendemos o medo de não sermos bons o suficiente do jeito que somos.
A maneira como nos percebemos determina nosso comportamento. Se nos julgamos pequenos, limitados, criaturas defasadas, tendemos a nos comportar dessa forma, é a energia que fazemos. Se nos julgamos criaturas magníficas, abundantes em amor e poder, então agimos de acordo e não hesitamos em compartilhar essas dádivas com o mundo. Insisto, a energia que nos cerca reflete o estado de consciência em que nos encontramos.
Sinto-me de bem com a vida, valorizo cada instante vivido como se fosse o último. Estamos aqui de passagem e não devemos perder tempo com amarguras e lamentações. Sou romântica por natureza e procuro viver com humildade, sem atropelar ninguém, mas gosto de ser respeitada como mulher e ser humano e fico triste quando vejo injustiça, insensibilidade e desrespeito com a criança e o idoso.
Eu sou assim.

A arte de viver


A arte de viver


Há um contentamento constante, uma alegria como raios de luz, vindos dos quatros cantos, inspirações como água que jorra, de uma fonte que nunca seca. Tudo isso vem como um desejo de compartilhar com o mundo, desse sentimento mágico que toma conta do meu ser, que faz crescer a cada instante. É preciso ter coragem e focalizar o bem como fonte energética para continuar sonhando, sem perder o ânimo. Doar um sorriso, um aperto de mão, um abraço quente nas noites frias.
O mundo precisa urgente de cuidados, tal como um passarinho com a asa quebrada também precisa. Se cada um de nós contribuirmos com uma pequena parte, para torná-lo melhor, com certeza, transformaremos o nosso planeta em um lugar melhor para viver, em paz e harmonia com a natureza.
Não acredito em felicidade plena, mas numa felicidade consciente e capaz de saber lidar em cada momento, com sensibilidade, inteligência, espiritualidade, sensatez, justiça e amor no coração.
Se focalizarmos nossos pensamentos em tragédias, divulgadas pela mídia no Brasil e no mundo, e nas que acontecem bem próximas a nós, nos sentiremos tristes, desanimados e sem coragem de continuar lutando. Será que está certo agirmos assim? Impotentes e achando que tudo está perdido? Com certeza, morremos aos poucos, como covardes que desiste de lutar com medo de perder.
Viver é um prêmio que Deus nos deu. Abra todos os dias sua janela, respire e dê bom dia para a vida. O seu dia será maravilhoso, nada de ruim acontecerá, porque Deus é amor, é força, energia, saúde. A Alegria o acompanhará o dia inteiro, quando a noite chegar só terá mais e mais motivos para agradecer a Esse Deus maravilhoso e misericordioso que nos ama muito e deseja que sejamos sempre felizes.
O mundo dá muitas voltas e em cada uma de suas voltas, acontecem fatos que nos deixam, alegres e tristes.
Quantas e quantas vezes, já sorri de tanta alegria, contentamento. Houve também, muitos momentos em que chorei por inúmeros motivos. Por dor de dente, dor de barriga, dor de cabeça etc. Chorei de emoção, que lindo! Não? Mas também chorei a perda dos meus pais. Garanto-lhes, não há dor igual. Doeu demais, por um bom tempo, achei que não passaria. Faz parte da vida, nascer e morrer. Estamos aqui de passagem, enquanto vivermos, resta-nos viver cada dia com intensidade como se fosse o último dia. Que a nossa vida seja marcada por boas ações, dignidade, respeito, humildade e humanidade. Hoje sinto saudades, muitas saudades dos meus queridos pais, por terem sido maravilhosos e inesquecíveis. Mas já não me sinto mais triste. O tempo se encarrega de cicatrizar as feridas.
Viver é uma arte, é preciso saber viver, cultivando bons sentimentos, procurando vencer os obstáculos que deparamos em nossa caminhada, seja de ordem emocional, financeira, doenças, sucesso, fracasso e perdas.
“Sejas forte, não como o vento que a tudo destrói, mas como a rocha que a tudo suporta.”
Todos nós já sofremos a perda de um ente querido. Não é fácil. A dor é tão grande que chegamos a achar que não iremos suportar tal situação. Embora seja triste, a vida continua.
Há pouco tempo, sofremos a perda de um grande amigo, o Jônatas. Ele agora é mais uma estrelinha no infinito. Deixou-nos muita saudade e guardaremos essas boas lembranças. Fico feliz por ter escrito um depoimento para ele em agosto de 2006, vejam:


Jônatas: Uma pessoa admirável, culta e de um coração imenso e bondoso. Um amigo de verdade que sempre deu-me a maior força incentivo para que continuasse escrevendo.Pessoas que Passamem Nossas VidasPessoas entram na sua vida por uma "Razão",uma "Estação" ou uma "Vida Inteira".Quando você percebe qual deles é,você vai saber o que fazer por cada pessoa.Quando alguém está em sua vida por uma "Razão"... é,geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou.Elas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade,te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física,emocional ou espiritualmente.Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são!Elas estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá.Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte,ou em uma hora inconveniente,esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisapara levar essa relação a um fim.Ás vezes, essas pessoas morrem.Ás vezes, eles simplesmente se vão.Ás vezes, eles agem e te forçam a tomar uma posição. (05/08/2006)