quinta-feira, 20 de agosto de 2009

UMA SIMPLES HOMENSAGEM A VIVIANE



Vivi querida ... já estamos com saudades
Mais um dia que iniciava, como sempre, esperávamos que fosse mais um dia normal de trabalho, sem novidades, no entanto, uma notícia deixou-nos desolados. Ontem estivemos todos juntos, sorrimos, falamos coisas da vida e relacionadas ao trabalho, hoje você está morta. Como? A Vivi, aquela menina super jovem, cheia de vida e com tantos planos para o futuro? Pegou-nos de surpresa e ainda não digerimos muito bem essa notícia arrebatadora.
Vivi você partiu sem se despedir, nem poderia, não é mesmo? Uma despedida causaria sofrimento e você jamais provocaria algum tipo de sofrimento, por esse jeito exclusivo seu, amável, carinhosa, humana, sensível e super gente boa, uma colega admirável, uma profissional séria e competente e amiga de todos.
A família DLCV, agradece a Deus por ter nos dado o privilégio de vivermos momentos ao seu lado, poder desfrutarmos da sua maravilhosa companhia, de conhecer essa pessoa linda por dentro e por fora, mesmo que tinha sido por um momento breve, mas que durará para sempre em nossos corações. Guardaremos boas lembranças de ti e a certeza de que, foste importante e jamais será esquecida por todos nós.
Nessa última segunda-feira, assim que a você entrou ao Departamento, falei-lhe que gostaria de tirar uma foto contigo. Senti vontade apenas, você disse-me sorrindo, resolveu prestigiar uma simples monitora? Respondi-lhe, gosto muito de você, assim ficou registrado aquele momento. Poucas pessoas tem a oportunidade de expressar um sentimento puro de amizade, não pensei duas vezes e eu fui agraciada por ter tido essa iniciativa sem saber o que aconteceria depois.
Você se foi para outros ares, mas ficará pra sempre em nossos corações a doce lembrança de seu ser único e especial.
Sentiremos saudades dos bons tempos que passamos ao seu lado e relembraremos com carinho, na esperança de reencontrá-la um dia, em outro plano maior e eterno. Pois a morte nada mais é que o despertar para uma outra vida.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O SENTIR OS SENTIMENTOS

O despertar dos sentimentos


Num silêncio sobre-humano, olhar distante, uma busca no meio do nada, uma pausa no tempo, um cenário perfeito para brotar inspirações, como uma fonte de águas cristalinas que jorra água sem parar, momentos onde a beleza encanta os olhos e o coração sente-se aflorar verbos e advérbios.
Não é muito comum, mas acontece, mesmo que raramente, uma pessoa despertarmos em nós um sentimento grande e misterioso, a primeira vista, num encontro casual ou mesmo, ao lermos algo sobre essa tal pessoa. Surge um desejo de sabermos mais e a cada detalhe, por menor que seja, se torna importante, aumentando a curiosidade de sabermos mais e mais.
Perguntas soltas no ar e saem sem nenhuma direção, vão surgindo pelo meio do caminho, formando um dialético, deixando-nos atônitos, diante tamanho mistério a ser desvendados.
O gostar de uma determinada coisa. Torcer para um determinado time de futebol, levantar sua bandeira e chorar de alegria e tristezas com as vitórias e derrotas. Na escolha de um ídolo, de uma arte e tantas coisas mais, viver em função dessa escolha como motivo para a sua felicidade.
Em alguns casos, é normal encontrarmos pessoas que não nos simpatizamos, situações que deparamos ao longo da nossa caminhada.
Que fazermos diante tantos sentimentos que vão surgindo? Não podemos deixá-los de lado e sim enfrentarmos, reunirmos forças positivas eliminando sempre os pontos negativos.
Costumamos imaginar o que tornaria felizes para depois nos esforçarmos para consegui-lo. Mas a felicidade não depende de circunstâncias. Existem pessoas que têm todos os motivos do mundo para serem felizes, e no entanto isso não acontece. Porque a chave para a felicidade está na decisão de ser feliz. Há pessoas que vivem rodeadas de problemas seriíssimos e no entanto, encontraram essa chave.
Muitos se tem falado nos últimos anos sobre “sentimentos”. Na maior parte das vezes, quando as pessoas se referem a “sentir os próprios sentimentos”, referem-se aos sentimentos negativos: Sinta sua dor”, sinta sua raiva”, “sinta sua vergonha”. Mas precisamos sentir os sentimentos positivos tanto quanto os negativos.
Existe um antigo clichê que diz: “Se o corpo está vazio até a metade, ou cheio pela metade, é questão de ponto de vista.” Você pode se fixar no que há de errado em minha vida, ou no que há certo. Mas seja qual for a escolha, saiba que ela não pára por aí. Toda criação é uma extensão do pensamento.
Sentimentos ou pensamentos positivos não são tão difíceis quanto parecem. O problema está na resistência que lhes oferecemos.
O mundo nos ensina que estamos longe da perfeição. Ensina também que seria arrogante julgarmos-nos merecedores da total felicidade.
Atualmente fala-se muito na tal gripe suína, que está se alastrando pelo mundo e causando mortes.
É muito triste percebermos que a distância entre as pessoas estão crescendo, num mundo onde cada um é por si, onde a violência predomina, pessoas assustadas por toda a parte, sem sabermos em quem confiarmos, surge algo pior que a Aides, aumentando a frieza entre as pessoas.
Será um alerta? Creio eu, que a maior ameaça que estamos passando, é a terrível falta de humanidade, sentimentos bons, falta de amor entre os povos e as nações.
O medo de tudo e de todos, aumentando a insegurança por toda a parte, impedindo de sermos felizes como Deus quer que sejamos.
A doença do momento, veio para chamarmos a atenção, revermos nossos princípios, um convite a nos aproximarmos mais de Deus e de seus preceitos.
A gripe suína está solta no ar e causando pânico. O único sentimento que toma conta de todos, é o medo.
É possível vivermos felizes diante todos esses problemas? Não há nenhuma fórmula à venda para a tão sonhada e desejada felicidade, mas para morrermos, basta estarmos vivos, chegará o dia de cada um de nós, não devemos entrarmos em desesperos, apenas seguirmos os cuidados normais de higiene, alimentação, evitando abusos, mas principalmente, tentando fazer dessa passagem aqui na terra algo de bom e útil, com solidariedade, humildade e amor no coração. Com certeza a felicidade pintará a sua vida das cores mais lindas que há no mundo.

O DESPERTAR DE UM SENTIMENTO


Num silêncio sobre-humano, olhar distante, uma busca no meio do nada, uma pausa no tempo, um cenário perfeito para brotar inspirações, como uma fonte de águas cristalinas que jorra água sem parar, momentos onde a beleza encanta os olhos e o coração sente-se aflorar verbos e advérbios.
Não é muito comum, mas acontece, mesmo que raramente, uma pessoa despertar em nós um sentimento grande e misterioso, a primeira vista, num encontro casual ou mesmo, ao lermos algo sobre essa tal pessoa. Surge um desejo de sabermos mais e a cada detalhe, por menor que seja, se torna importante, aumentando a curiosidade de sabermos mais e mais.
Perguntas soltas no ar e saem sem nenhuma direção, vão surgindo pelo meio do caminho, formando um dialético, deixando-nos atônitos, diante tamanho mistério a ser desvendados.
O gostar de uma determinada coisa. Torcer para um determinado time de futebol, levantar sua bandeira e chorar de alegria e tristezas com as vitórias e derrotas. Na escolha de um ídolo, de uma arte e tantas coisas mais, viver em função dessa escolha como motivo para a sua felicidade.
Em alguns casos, é normal encontrarmos pessoas que não nos simpatizamos, situações que deparamos ao longo da nossa caminhada.
Que fazermos diante tantos sentimentos que vão surgindo? Não podemos deixá-los de lado e sim enfrentarmos, reunirmos forças positivas eliminando sempre os pontos negativos.
Costumamos imaginar o que tornaria felizes para depois nos esforçarmos para consegui-lo. Mas a felicidade não depende de circunstâncias. Existem pessoas que têm todos os motivos do mundo para serem felizes, e no entanto isso não acontece. Porque a chave para a felicidade está na decisão de ser feliz. Há pessoas que vivem rodeadas de problemas seriíssimos e no entanto, encontraram essa chave.
Muitos se tem falado nos últimos anos sobre “sentimentos”. Na maior parte das vezes, quando as pessoas se referem a “sentir os próprios sentimentos”, referem-se aos sentimentos negativos: Sinta sua dor”, sinta sua raiva”, “sinta sua vergonha”. Mas precisamos sentir os sentimentos positivos tanto quanto os negativos.
Existe um antigo clichê que diz: “Se o corpo está vazio até a metade, ou cheio pela metade, é questão de ponto de vista.” Você pode se fixar no que há de errado em minha vida, ou no que há certo. Mas seja qual for a escolha, saiba que ela não pára por aí. Toda criação é uma extensão do pensamento.
Sentimentos ou pensamentos positivos não são tão difíceis quanto parecem. O problema está na resistência que lhes oferecemos.
O mundo nos ensina que estamos longe da perfeição. Ensina também que seria arrogante julgarmos-nos merecedores da total felicidade.
Atualmente fala-se muito na tal gripe suína, que está se alastrando pelo mundo e causando mortes.
É muito triste percebermos que a distância entre as pessoas estão crescendo, num mundo onde cada um é por si, onde a violência predomina, pessoas assustadas por toda a parte, sem sabermos em quem confiarmos, surge algo pior que a Aides, aumentando a frieza entre as pessoas.
Será um alerta? Creio eu, que a maior ameaça que estamos passando, é a terrível falta de humanidade, sentimentos bons, falta de amor entre os povos e as nações.
O medo de tudo e de todos, aumentando a insegurança por toda a parte, impedindo de sermos felizes como Deus quer que sejamos.
A doença do momento, veio para chamarmos a atenção, revermos nossos princípios, um convite a nos aproximarmos mais de Deus e de seus preceitos.
A gripe suína está solta no ar e causando pânico. O único sentimento que toma conta de todos, é o medo.
É possível vivermos felizes diante todos esses problemas? Não há nenhuma fórmula à venda para a tão sonhada e desejada felicidade, mas para morrermos, basta estarmos vivos, chegará o dia de cada um de nós, não devemos entrarmos em desesperos, apenas seguirmos os cuidados normais de higiene, alimentação, evitando abusos, mas principalmente, tentando fazer dessa passagem aqui na terra algo de bom e útil, com solidariedade, humildade e amor no coração. Com certeza a felicidade pintará a sua vida das cores mais lindas que há no mundo.

terça-feira, 23 de junho de 2009

UM EXEMPLO DE VIDA E PERSEVERANÇA



Lições que a vida nos oferece para crescimento interior
Paula, uma jovem sonhadora como tantas, que carregava consigo muitos projetos a serem realizados, em busca da tão sonhada felicidade, encontrar seu príncipe encantado, constituir uma família sólida baseada no amor e na cumplicidade.
Ainda bem jovem, teve a sensação de que tudo conspirava a seu favor, seu príncipe apareceu, não num cavalo branco, mas veio com muita energia e tudo se transformou num lindo sonho encantado, como nos contos de fadas.
A felicidade surgiu como uma brisa refrescante, o sol brilhava trazendo-lhe paz e muito amor. Certa disso, não perdeu tempo, se entregou a esse amor de corpo e alma, se casaram, juraram amor eterno, na doença e na saúde. Iniciava uma linda história de amor, digna de um fantástico tema de novelas.
Para aumentar a sua felicidade, ficou grávida e juntos vibravam de alegria com a chegada do fruto daquele amor. Tudo parecia um lindo sonho, não havia espaços para tristezas, só alegria.
Foram juntos ao médico para exames de rotina e realização do pré-natal. Após todos os exames e durante o acompanhamento normal pelos médicos, constataram algo complicado em sua gestação. Com pensamento positivo, não se abateram, com amor enfrentaram aquela situação.
Nasceu o pequeno Wallyson. Aparentemente tudo normal, mas após 3 meses, a Paula notou que havia algo de errado, a criança não mexia as pernas e não piscava os olhos. Imediatamente procurou ajuda médica nos hospitais. Não se intimidou com as primeiras dificuldades. Com seu amado filhinho no colo, saiu de hospital a hospital, a procura de profissionais que se interessassem pelo caso do seu filho. Várias tentativas, até que, surgiu uma médica que se interessou, deu toda a assistência possível, iniciando o tratamento e o encaminhando a fisioterapia.
A jovem Paula, mãe e esposa, passou a viver exclusivamente em função do seu filhinho. Ele precisava de cuidados e nada seria mais importante do que estar ao lado dele, com cuidados de mãe e alimentá-lo de seu imenso amor capaz de vencer qualquer obstáculo. Ela encontrava no seu companheiro, equilíbrio, amor, carinho e suporto para prosseguir enfrentando tudo sem medo na certeza de alcançar a vitória.
O pior estava por vir. Seu marido foi assassinado, em um desses inúmeros crimes que acontecem no dia-dia numa cidade grande, onde a violência cresce a cada dia. Inocentemente passava por onde acontecia um assalto e foi atingido por uma bala perdida. Foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.
Um momento de dor onde a tristeza tomava conta de tudo, chorar, gritar e tentar não deixar o desespero dominá-la. Era demais para aquela jovem que só queria ter o direito de continuar sonhando. Precisava manter-se firme e continuar lutando.
No velório, foi surpreendida por uma mulher que chorava muito. Tempos depois fica sabendo que se tratava de um amante do seu marido. Mais um baque. Mas sabiamente, ambas se tornaram amigas e hoje mantém um um laço de amizade muito bonito. O filho da Paula ganhou uma irmãzinha e vice-versa.
A vida é sempre cheia de surpresas boas e ruins, cabe a cada um de nós, sabermos separar o joio do trigo e transformá-las em lições de vida, um aprendizado constante.
A história da Paula, é um exemplo de vida para todos nós, uma demonstração de grandeza que só os corações nobres possuem. Deixou-me sensibilizada pela força que há em seu interior, em colocar o amor de Deus acima de tudo. No meio da dor, encontrou o conforto necessário para prosseguir lutando ao lado do seu filho querido.
Atualmente o Wallyson está com 7 aninhos, uma criança especial e iluminada por Deus. Recentemente foi submetido a uma cirurgia nas pernas para conseguir andar. Está se recuperando no momento. Há muita esperanças em torno dessa criança linda e a certeza de que ela será sempre amada pela sua mãe, avós e todos que a cercam.
Paula e Wallyson, vocês merecem os nossos aplausos, por serem vencedores no palco da vida.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O MENINO DE OUTRO PLANETA

História de ficção – O menino de outro planeta


Um certo dia, numa cidade do sul do Brasil, enquanto todos dormiam, um disco voador veio sondar aquele lugar pacato. Deixou ali um menino aparentemente normal. Ninguém dali suspeitava a verdadeira origem daquele garoto desconhecido.
Um menino esperto, logo conquistou a simpatia de todos os moradores.
Um casal sem filhos, se interessou na adoção, dando-lhe tudo que gostariam de dar ao filho que nunca puderam ter.
Deu a ele o nome de Aparecido, pois havia aparecido misteriosamente naquele lugar. Após especulações, receberam do juiz a guarda do menor.
Aparecido, logo se adaptou a nova família e sentia-se feliz ao lado dos pais adotivos, mas sempre deixava escapar coisas estranhas, deixando todos sem compreender. Ele dizia que era de outro planeta e que estava ali de passagem. Todos o admiravam pela esperteza e criatividade, embora estranhavam tudo aquilo e o consideravam um tanto esquisito.
Foi matriculado numa escola da cidade, mas lá ele não tinha nada a aprender e sim ensinar coisas fantásticas do seu mundo. Segundo ele, lá a tecnologia era super avançada, seu povo sabiam usar o progresso sem afrontar as leis da natureza. Todo aprendizado adquiriam de forma espontânea e natural em comunhão com todos seres vivos. Todos fascinado com tantos conhecimentos sobre o universo, chegaram a conclusão de que estavam diante um pequeno sábio.
Aparecido era falante e tinha firmeza em cada palavra que saia de sua boca. Um pequeno gênio que tinha como objetivo, passar normas e ensinamentos. Falava publicamente que, no seu planeta, as pessoas ao nascerem, recebiam normas de vida e já ocupavam seu espaço perante a sociedade, sem competições pois havia lugares dignos pra todos. Os conhecimentos iam surgindo de uma forma espetacular, sem escolas e sem professores, pois a escola era o próprio mundo em que viviam e os professores eram todos os habitantes, dos mais velhos para os mais novos, passavam-lhes por vivência e dedicação a arte de ensinar. Contribuíam com a evolução, naturalmente, sem obrigações, obedecendo a lei do amor.
Aquela pequena cidade, tão monótona, transformou-se num centro das atenções. A notícia do menino de outro planeta, logo espalhou-se pelas grandes cidades. Surgiram curiosos de toda a parte, para explorarem aquele ser diferenciado. Estudiosos entraram em ação, diante tal mistério, buscavam em suas pesquisas científicas, alguma explicação ao novo fenômeno que estavam tirando-lhes o sono. Médicos e religiosos da capital foram solicitados, para tentarem desvendar o tal mistério daquela criança, que embora, inofensiva, estava causando polêmica e crescia a preocupação, no Brasil e no mundo.
Aparecido foi crescendo, crescendo, tornou-se adulto e a cada dia era mais explorado. Não tinha tranquilidade. Virou atração pública, sua privacidade invadida, sentiu-se perdido numa multidão sem espaço para sorrir e cantar, passear pelos campos e ruas sem ser percebido. Pessoas que iam e vinham sem se importarem com a pobreza daquele lugar. Rios e matas sendo explorados pelas mãos do homem, a natureza sendo violada com crueldade. Crianças e velhos sendo abandonados e a violência crescendo por toda a parte.
Tudo aquilo deixava-o triste, veio a depressão, mal que aflige a humanidade. Sua sabedoria tornou-se pequena diante tantos fatos tristes. A falta de amor era gritante e a corrida desfreada atrás do ouro, o poder falava mais alto, a falta de ética impedia o crescimento.
Aquele mundo a ele não pertencia, havia tanta desigualdade de poder, tanta pobreza, enquanto a uma minoria nadavam no dinheiro, egoísmo e o desamor. Para haver mudanças é necessário mudar a mentalidade humana, plantar o amor nos corações, como uma sementinha que brotará e dará muitos frutos, com humildade e perseverança e o desejo de construir um mundo melhor e ideal pra todos os seres vivos.
Aparecido resolveu ir buscar forças, mais ferramentas e solicitar ajuda. Uma andorinha só não faz verão, e assim desapareceu. Foi pra seu mundo, seu planeta, seu povo, sua verdadeira identidade permaneceu desconhecida, deixando saudades.
A pergunta ficou no ar: será que o Aparecido voltará um dia? Não devemos perder a esperança e a capacidade de sonharmos, num mundo ideal, como no filme de Alladin.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

UMA PEQUENA HOMENAGEM AO CASAL MARCELO E ADRIANA

O AMOR ACONTECENDO E FAZENDO HISTÓRIA

O amor surgiu radiante, como o sol surge no horizonte, de mansinho, sorrateiramente, espalhando os seus raios, irradiando por todos os lados, com energia, calor e alegria a todos os seres vivos do planeta terra.
Viva ao Amor! O maior e mais belo sentimento que há no mundo. Acontecendo e fazendo história, em nosso meio.
Mais uma vez, um encontro de dois corações e a transformação visível que há em duas almas num perfeito cenário do amor. Deixarei aqui registrado, como um testemunho da força do amor e a comunhão entre ambas as famílias, como uma Dádiva Divina.
Tia fotógrafa, como a Adriana carinhosamente me chama. Essa tia louca que não se cansa de exaltar o amor, como o melhor remédio para todos os males do corpo e da alma. Uma energia boa que derruba preconceitos, abre horizontes, aumenta a alto estima e faz maravilhas nos corações da humanidade.
Todos nós somos espectadores no palco da vida. Atuamos como protagonistas da nossa própria história de vida e muitas vezes, temos que desdobrarmos para desempenharmos bem o nosso papel, perante ao público e a nós mesmo.
Marcelo, quando algo não vai bem o melhor mesmo e deixar para atrás, você fez isso e deu certo. Está estampado no seu rosto a transformação. Sua vida mudou, adquiriu um brilho que irradia por todos os cantos, seu sorriso e o jeito suave, transmite paz e felicidade a todos a sua volta.
Parabéns Marcello e Adriana, que esta felicidade seja eterna e que juntos, construam um ninho de amor, mais lindo que já existiu, que a alegria contagiante da Adriana, se renove a cada instante, dando-lhes forças e coragem para superar todos os obstáculos.
Felicidades meus amores!...

sábado, 30 de maio de 2009

CAMINHOS DA VIDA



AS CURVAS DOS CAMINHOS DA VIDA


Pelos caminhos da vida, lá vou eu, observando as fases da lua, as quatro estações do ano, com encantamento e poesia. Seguirei contornando os obstáculos, colhendo frutos amargos e doces, decepções e ilusões, carregando nas costas a esperança e no coração a beleza de um amor que não terá fim. Cada passo será mais uma descoberta, um aprendizado deixado escrito no grande livro da vida. Meus erros e acertos e a capacidade de amar o universo e todo ser vivo que há, levando o meu sorriso, um aperto de mão e um cheiro no coração, nas curvas dos caminhos da vida.
Percebi que, uma tulipa não faz força para impressionar ninguém. Muito menos luta para ser diferente da rosa. Não precisa. Ela é diferente. E no jardim tem lugar para todas as especies de flores.
Cada um de nós tem um plano a seguir, por isso somos tão preciosos. Quanto mais abrirmos o coração, mais nos movemos na direção que fomos feitos para seguir. Devemos fazer aquilo que se apresenta a nos como profundo imperativo psicológico e emocional. Nisso reside nosso ponto de poder, a fonte do nosso brilho. Não é a razão que conclama nosso poder a agir, mas sim a graça divina.
Quando criança, ouvia os meus pais e outras pessoas falarem: no meu tempo, era melhor, havia sentimentos e não havia essa pouca vergonha que há hoje em dia, as crianças e jovens respeitavam os mais velhos, tudo era mais simples, não havia tanta carestia. Eles falavam isso, quieta observava e ficava imaginando nesse tal mundo perfeito. O tempo passou, hoje sou mãe e avó e vejo que as pessoas continuam falando a mesma coisa. De que mundo essas pessoas se referiam? Será que algum dia existiu ou apenas não se passaram de frutos de imaginações? Pela pouca experiencia adquirida nesses muitos anos de vida, percebo que os problemas sempre existiram em todos os tempos, mudam apenas de endereços. Com uma diferença, o progresso chegou, já não se usa muito enviar cartas pelos correios, estamos perdendo o hábito de sentarmos em volta a mesa e ficarmos ouvindo as histórias que os nossos pais e avós contavam, as crianças já não brincam mais de rodas e tantas coisas mais perderam-se no tempo. Talvez seja essa a mudança que muitas vezes sentimos falta, vivemos presos em saudades sem enxergarmos o mundo novo, que a vida continua e que há outras coisas belas, que provavelmente serão relembradas com saudades por essa geração atual.
Fico aturdida quando entro nas lojas e os vendedores são rudes, como se nos fizessem um favor por permitir que entremos. A atitude grosseira destrói o tecido emocional do mundo. A maioria das pessoas evitam as lojas com esse tipo de energia por não se sentirem bem dentro delas.
Com tudo o mais, o dinheiro pode ser sagrado ou profano, depende dos propósitos a ele atribuídos pela mente. Com o dinheiro acontece o mesmo que com o sexo: embora desejado, não escapa ao nosso julgamento, que o distorce e transforma em feia expressão. Por nos envergonharmos de admitir que queremos essas coisas, criamos formas insidiosas de fingir o contrário. Por exemplo, condenamos esses desejos até que um dia explodimos e lhes damos vazão. Portanto a falta de pureza está em nós, não no dinheiro ou no sexo. Ambos não passam de telas sobre as quais projetamos nossa culpa.
O universo sempre apoiará nossa integridade. Às vezes temos dívidas grandes ou confusas demais, ou então, embora munidos da melhor das intenções, o fardo e a culpa são tão tão esmagadores que seguimos em frente como autômatos, escondendo as contas no fundo da gaveta e tentando esquecê-las. A grandiosidade de uma pessoa não está no fato de ela nunca cair, mas sim em ela fazer todo o possível para se levantar de novo. A pureza de coração rompe barreiras e sempre encontraremos uma saída, por pior que pareça a situação, Deus estará sempre ao nosso lado nos dando forças para prosseguirmos em busca de soluções. Como disse Gandhi: “Temos de ser a mudança”.